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iPhone 4 - Isso muda tudo. De novo

Lançado nos EUA em junho e aqui no Brasil em setembro, o iPhone 4 é um dos smartphones mais comentados de todos os tempos. Alguns o consideram revolucionário, enquanto outros, um fiasco. Há quem diga que não passa de mais um celular de grife ou uma obra prima do Design Industrial. Muitos defendem seu sistema operacional, o iOS, com unhas e dentes, afirmando que nada no mercado é mais poderoso e fácil de usar. Outros tantos acreditam que é um sistema fechado, com diversas restrições impostas pela Apple.As opiniões são diversas, e parece que todo mundo tem a sua, até mesmo quem nunca usou um iPhone na vida. O fato é que o aparelho tem suas qualidades e seus defeitos, como todos os concorrentes. Da mesma forma, o iPhone 4 pode ser uma ótima opção para alguns, e péssima para outros. Neste artigo, comparo suas diversas funções com as de outros smartphones para levantar a discussão: o iPhone 4 é a revolução que Steve Jobs afirma ser ou é apenas a evolução natural de um aparelho bastante controverso?

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Como muitos de vocês devem estar acompanhando, há um número grande de pessoas com dificuldades em usar o Facetime aqui no Brasil. O problema, já confirmado, está na ativação do serviço, que depende de um SMS internacional enviado a um servidor específico na Inglaterra. Caso esse SMS não seja enviado com sucesso, o Facetime simplesmente não funciona e, na tela de configuração do serviço, recebemos apenas a mensagem “aguardando ativação”.

Cabe a cada operadora lidar com o problema e resolvê-lo junto à Apple. Acompanhando o caso na web, encontrei vários relatos expicando que o problema, na Vivo, surgiu após uma atualização nas configurações da operadora no iPhone. Quem comprou um iPhone e ativou o Facetime antes de atualizar essas configurações para a versão 8.1, conseguiu ativar o serviço. Quem aceitou a atualização de dados da operadora antes de ativar o Facetime, não consegue ativá-lo.

A solução disponível para o problema, portanto, é simples mas trabalhosa. Basta restaurar o iPhone para as configurações de fábrica, ativar o Facetime e só depois restaurar seu backup. Uma vez ativado, o Facetime continua funcionando após a atualização dos dados da operadora e, assim, depois de testar o serviço, o usuário pode atualizar sem medo.

O problema é que o processo de restauração do iPhone pode ser demorado. Tentei, então, uma solução mais rápida, porém mais complicada. Resolvi comparar os arquivos de configuração da Vivo com o da Tim e percebi que o número para envio do SMS de ativação é diferente. Assim, substituindo esse número na configuração da Vivo, a ativação do Facetime é concluída com sucesso.

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No último dia 20 de julho, o caderno Digital do jornal O Globo publicou uma interessante reportagem sobre como fazer o backup dos dados de celulares usando os aplicativos fornecidos pelos fabricantes e alguns serviços disponibilizados pelas das operadoras.

Logo após a publicação do artigo, algumas pessoas me procuraram para perguntar qual das opções apresentadas eu uso para fazer a cópia dos dados de meus smartphones e resolvi detalhar como faço aqui no blog. Durante muitos anos cheguei a usar os programas de backup oferecidos pelos fabricantes, mas eu os abandonei há muito tempo. Hoje, prefiro usar os serviços de sincronização de dados online e já comentei sobre alguns deles no meu artigo sobre computação em nuvem. Como normalmente uso três plataformas diferentes, acabo por usar três serviços distintos. Apesar de ser mais trabalhoso do que optar por apenas um serviço multiplataforma, o armazenamento dos dados em locais diferentes aumenta consideravelmente a eficiência do backup.

O serviço que uso há mais tempo é o MobileMe. Na época em que era conhecido como .Mac, eu o usava para sincronizar meus dados entre meus Macs e a web. Através do iSync, os mesmos dados podiam ser sincronizados com todos os meus celulares. Com a chegada do iPhone, o serviço evoluiu bastante, mudando de nome e oferecendo novos recursos.

Mas, apesar de funcionar muito bem com o iPhone, o MobileMe não é compatível com outras plataformas. É aí que entra o GoogleSync, que me permite sincronizar o Blackberry e também alguns smartphones Symbian.

Finalmente, resolvi começar a testar o Nokia Ovi, portal de serviços da Nokia que se integra muito bem com os smartphones da empresa e, assim, vou aproveitar para falar um pouco sobre ele. Vejamos então como eu uso cada um…

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iphone30No dia 17 de março a Apple apresentou ao mundo um preview do que será a nova versão do sistema operacional do iPhone, o iPhone OS 3.0.

Cada nova versão do sistema é esperada com fervor por usuários e analistas, e não foi diferente desta vez. Muitos apostavam que recursos como “copiar e colar” e suporte a MMS finalmente chegariam à plataforma, enquanto outros iam além, afirmando que o iPhone OS 3.0 traria mudanças profundas no modo como o próprio hardware é gerenciado. Mas rumores não passam de rumores e só mesmo uma apresentação oficial para sanar nossas dúvidas. Mas, afinal, o que sabemos agora sobre o iPhone OS 3.0?

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iPhone 3G

iPhone 3G

Este artigo foi inspirado por uma breve “discussão” amigável no Twitter, apesar de admitir que é realmente estranho eu nunca ter relatado minhas opiniões sobre o iPhone anteriormente (principalmente considerando o fato de que sou um Apple Fanboy assumido).

Depois de 2 anos após o anúncio da primeira versão do iPhone pela Apple na MacWorld 2007, não há como negar que o aparelho tornou-se importante influência no universo da telefonia móvel mesmo não apresentando nada tecnicamente inovador, excetuando-se talvez a tela multitoque. Mesmo assim, tornou-se um dos aparelhos mais desejados em todo o mundo e um importante contribuinte para a difusão do acesso móvel à Internet.

Mas o que é o iPhone? Alguns o consideram um smartphone, outros, um “feature phone”. Há quem diga que é apenas um media phone ou um iPod capaz de fazer ligações. E o que diz a Apple? Bom, para a Apple é apenas o iPhone, nem mais nem menos… O que levanta essa discussão são as grandes contradições apresentadas pelo aparelho. Se por um lado ele traz fantásticos recursos multimídia, por outro ele peca com a ausência de recursos básicos, disponíveis na maior parte dos seus concorrentes.

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Nuvens

Já passa da hora de atualizar este blog e hoje baixou a vontade de escrever sobre a grande e onipresente nuvem computacional que anda nos rodeando há algum tempo.

Há muitos anos ouvimos falar em projetos mirabolantes de transpor nossos dados digitais para a web, acabando com a necessidade de computadores poderosos rodando software proprietário. Só precisaríamos de terminais conectados à grande rede para ter acesso a programas sempre atualizados e à nossa sempre crescente coleção de dados variados.

Em uma época quando a banda larga era apenas um sonho, essa conversa soava mais como um conto de ficção. Até a virada do milênio, praticamente ninguém considerava seriamente a possibilidade de largar suas informações nas correntezas da Internet. Entretanto, como sempre acontece, as coisas mudaram radicalmente e, hoje, muita gente já vive nas nuvens e nem percebe… Continue lendo…